BuenasS Noches!
Hoje de tarde assisti uma adaptação cinematográfica do romance homônimo de Ray Bradbury.
O filme foi feito em 1966 e dirigido por François Truffaut, um dos fundadores da Nouvelle Vague (movimento que visava quebrar o padrão sessentista e fazer produções de baixo custo, com jovens diretores como Godard, Truffaut, Alain Resnais, Jacques Rivette, Claude Chabrol e Eric Rohmer), chamado Fahrenheit 451, que se enquadra no gênero de ficção científica.
Segundo a história, os livros são considerados "propagadores da infelicidade". Pois é. Como se a reflexão das pessoas ou o sentimento que elas sentem ao ler, fosse indevido e doloroso.
Dessa forma, para poupar os cidadãos do sofrimento, a cidade conta com um corpo de bombeiros responsável por queimar todos esses livros, quando encontrados nas casas e prender as pessoas que os esconderam.
O título do filme, inclusive, refere-se à temperatura em que os livros são queimados.
Montag (Oscar Werner) atua como protagonista ao lado de Linda/Clarisse (Julie Christie) e, ao conhecer Clarisse é questionado do porquê de seu trabalho. Ele decide, em certo momento, que os sentimentos e reações humanas são importantes e devem ser vividos por cada um. Descontente com o trabalho, resolve tomar outro rumo e se dedicar à leitura, mesmo que de um só livro.
A obra destaca também a alienação de Linda, mulher de Montag, frente à televisão, aparelho manipulador de mentes e ditador dos estilo de vida do vilarejo.
Embora antigo e um pouco parado, a temática vale a pena.
Obs: Livros- propagadores de conhecimento e reflexão.
Recomendo
;*
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
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Bee... curti demais seu Bróg minina.... muito bom o texto... já vi este filme, acho!... Mas não me lembro muito bem se foi este mesmo. Se foi, sei que é um clássico bem maaasssa, enfim.
ResponderExcluirEstarei por aqui sempre... Parabéns pela iniciativa..vc escreve mto bem!
Beijaooo
verei essas férias
ResponderExcluirfiquei curiosa
haha
beejo ;*
taci